Minha alimentação

Photo by Eaters Collective on Unsplash

Sou adepta do * descascar mais e desembalar menos *.

Nos últimos anos, tenho comido menos carne vermelha e dado preferência para frutas, legumes e coisas que vêm da terra, seja para melhorar a minha saúde ou perder peso.

Tenho feito uma seleção do que ponho dentro do meu corpo. Ter uma alimentação saudável, prática e saborosa não é uma missão impossível.

Cometo alguns deslizes na alimentação, confesso. Tenho meus momentos cheios de guloseimas.

“Metade do prato deve ser de vegetais – crus e cozidos. Estes, além de dar saciedade pelo alto teor de fibras, são as principais fontes de micronutrientes. Procure sempre garantir três cores de vegetais diferentes no seu prato. Quanto mais coloridos, mais compostos antioxidantes, vitaminas e minerais”, diz Laís Murta, nutricionista funcional.

A alimentação baseada em plantas (ou vegetais) consiste em uma redução de carnes, ovos e laticínios e em um maior consumo de grãos integrais, frutas, legumes, sementes, nozes e castanhas, em comparação com uma dieta centrada no consumo de carne.

No entanto, seja uma alimentação vegana, vegetariana ou baseada em vegetais, elas não são sinônimo de saúde. É preciso pensar no que comemos e no que está por trás da produção dos alimentos, como também em como comemos.

O Guia Alimentar para a População Brasileira, editado pela última vez em 2014, é um documento muito importante do Ministério da Saúde que pode nortear os brasileiros em suas escolhas alimentares. Em vez de porções de alimentos e quantidades de nutrientes, o guia nos mostra que existem diversas maneiras de comer e que é importante ter os alimentos in natura como base da nossa alimentação, enquanto que os ultraprocessados devem ser consumidos em menores quantidades, mas não precisam ser excluídos nem vistos como vilões.

Os alimentos in natura não sofrem alterações ao deixarem a natureza e são provenientes de plantas e animais, como frutas, legumes, verduras e carnes frescas. Se esses alimentos passam por algum processo de limpeza, remoção de partes não comestíveis ou métodos de conservação que não envolvam a adição de substâncias, como a refrigeração ou o congelamento, os chamamos de alimentos minimamente processados. Já os produtos que passam pela indústria e recebem a adição de substâncias culinárias (sal, açúcar e gorduras) são os alimentos processados, como os queijos, pães e frutas em compotas. Por último, temos os ultraprocessados, que levam em suas formulações industriais vários ingredientes e diversos aditivos para conservar e produzir alimentos mais atrativos. Eles pouco têm a ver com a matéria-prima original, como por exemplo, os salgadinhos de milho, salsichas ou iogurtes aromatizados que encontramos nos supermercados.

O melhor é sempre dar preferência aos alimentos de verdade, mas também é muito importante que tenhamos prazer ao realizar nossas refeições e consigamos compartilhar momentos felizes mesmo no fast food e mesmo sendo vegano.

Nós, seres humanos, não buscamos apenas nutrientes e tipos de alimentos que o nosso organismo necessita, mas também uma comida que seja saborosa, nos proporcione prazer e satisfação.

Você pode comer de tudo e atingir uma vida saudável. Prefira comida de verdade, coma sem culpa e faça as pazes com a comida!

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