Livros que quero ler

Photo by Nicole Honeywill on Unsplash
  • Bonecas Russas, de Eliana Cardoso (Companhia das Letras)
  • A trégua, de Mario Benedetti (Alfaguara)
  • No jardim do Ogro, de Leïla Slimani (Tusquets)
  • Todo Dia, de David Levithan (Alfred A. Knopf)
  • A ridícula ideia de nunca mais te ver, de Rosa Montero (Todavia)
  • A Vida Sexual da Mulher Feia, de Claudia Tajes
  • Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie
  • A Gorda, de Isabela Figureiredo
  • A Menina da Montanha, de Tara Westover
  • Trilogia Suja de Havana, de Pedro Juan Gutiérrez
  • O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir
  • Dando um tempo, de Marian Keyes
  • Múltipla Escolha, de Alejandro Zambra
  • A Saideira: Uma dose de esperança depois de anos lutando contra a dependência, de Barbara Gancia (tô lendo)
  • A vegetariana, de Han Kang
  • Estar Vivo Aleija, de Ricardo Araújo Pereira
  • O Livro do Bem – Gratidão, de Ariane Freitas e Jessica Grecco
  • O que eu faço com a saudade?, de Bruno Fontes
  • O Inferno Somos Nós. Do Ódio à Cultura de Paz, de Leandro Karnal e Monja Coen
  • Pode não ser o que parece, de Samy Dana e Sergio Almeida
  • Quem diria que viver ia dar nisso, de Martha Medeiros
  • A Elegância do Agora, de Costanza Pascolato
  • Como se encontrar na escrita, de Ana Holanda
  • #Girlboss, de Sophia Amoruso
  • Mulheres na Luta – 150 Anos em Busca de Liberdade, Igualdade e Sororidade, de Jenny Jordahl e Marta Breen
  • Minha irmã, a serial killer, de Oyinkan Braithwait
  • 32 – Um homem para cada ano que passei com você, de Isabel Dias
  • Maternidade, de Sheila Heti 
  • Pequeno Manual Antirracista, de Djamila Ribeiro (Companhia das Letras)
  • 21 lições para o século 21, de Yuval Noah Harari 
  • Mulher, solteira e feliz, de Gunda Windmüller
  • Se deus me chamar não vou, de Mariana Salomão Carrara
  • Os veranistas, de Emma Straub
  • Trinta e Poucos, de Antonio Prata
  • Meus começos e meu fim, de Nirlando Beirão
  • Em Busca de Sentido, de Viktor Frankl
  • Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago
  • Silêncio: Na era do ruído, de Erling Kagg

Assumo meus vícios. O prazer interminável de não terminar um livro chato. A cara de pau de mentir que já li aquilo que nunca lerei, mas que já era pra ter lido. A delicia que é pensar que ainda há tanto a ser lido. E tanto que jamais lerei.

O gosto pela leitura é um seguro de vida que dura todo a vida.

A literatura abre janelas.

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