Combo do dia #01

Um texto + uma música + um prato

Combo do dia é o nome do meu novo projeto. Ao longo de 15 dias, eu irei postar um texto, uma música com uma breve historinha sobre ela ou o artista, e o prato que comi naquele dia.

Minha vida é cíclica

Photo by Ravi Roshan on Unsplash

A vida é cíclica, assim como a natureza é cíclica. Há início, meio e fim.

Eu tenho a sensação de que, ano a ano, vivo as mesmas histórias. Os mesmos cenários, as mesmas incertezas, os mesmo desfechos. Como em “Feitiço do Tempo”, a comédia de 1993 do “dia da marmota”, em que Bill Murray é condenado a viver repetidamente as últimas 24 horas, com os mesmos acontecimentos surgindo a cada manhã.

Nem pior, nem melhor, na mesma. Nada muda. Exceto eu.

O tempo muda as pessoas. Todos mudam com os anos.

Outros cursos, outras especialidades, outras moradas. Entendi que a vida não acontece de forma crescente, mas cíclica.

Os dias muito bons passam; os ruins, também. Por equilíbrio. Por graça. Um momento incrível é um presente; um péssimo, igualmente. Sempre. E eles acontecem sucessivamente ao longo do caminho que percorremos.

Na vida tem momento pra tudo, cabe a nós olharmos para cada um deles e avaliarmos qual nota nós damos a eles e encararmos com a nossa verdade e o nosso julgamento. Sei que é difícil abandonar velhos hábitos e não temer ser julgado por tomar uma atitude que pode pôr em risco sua “nota 10”, mas muitas vezes, para sermos protagonistas da nossa trajetória, precisamos ser o “nota cinco” para vermos a vida de outra perspectiva e deixarmos de ser os coadjuvantes de nossas próprias histórias.

“Se não há desafio, não há transformação”. A transformação é um dos pilares que sustentam a nossa essência. Encaramos a transformação como um chamado da vida para evolução contínua.

“Nada nunca é igual. Seja um segundo mais tarde ou cem anos depois. Tudo está sempre se agitando e se revolvendo. E as pessoas mudam tanto quanto os oceanos” (Neil Gaiman, autor britânico).

Sobre recomeçar

Algo aconteceu na sua vida e mudou tudo, não é mais como antes. Tudo que termina exige de nós um trabalho de luto.

As certezas de antes já não cabiam mais. Os meses seguintes foram de escuridão.

A resiliência vem do âmago, de dentro, e do apoio que recebemos, de fora. Vem da gratidão por aquilo que há de bom em nossa vida e vem da aceitação.

Você perde o emprego, o companheiro, o crédito do banco, mas segue com tudo que acumulou dentro de si.

Quando estamos passando por momentos difíceis, a primeira armadilha em que caímos é a de deixar de acreditar em nós.

Como seguir em frente depois de errar?

Reencontrar-se demanda tempo, perseverança, mas principalmente motivação. É preciso saber o que faz seguir em frente.

Love is love – Culture Club

You don’t have to touch it to know
Love is everywhere you go
You don’t have to touch it to feel
Love is every second we steal 
Love is love is nothing without you
Love is love is everything you do
Open up your eyes
And you will see
Love is love is everything to me 

O Culture Club é uma das bandas britânicas do gênero new romantic mais conhecidas do movimento new wave. Na década de 1980, o grupo se tornou um verdadeiro fenômeno cultural – vendendo mais de 150 milhões de discos.

Com faixas que passeavam pelo reggae e pelo pop, eles ficaram conhecidos pelas excentricidades do vocalista, Boy George, e marcaram época com faixas como Do You Really Want to Hurt Me, Karma Chameleon e Everything I Own.

Letra e canção aqui.

E o prato foi…

  • Salteados de vegetais com shoyu (ervilha Torta + cenoura)
  • Chips de mandioquinha na air fryer

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