Em tempos de coronavírus, coisas inteligentes para fazer

(Foto: Aron Visuals/ Unsplash)

Em casa sim, parada nunca.

Neste tempo entre parênteses – expressão usada com tremenda felicidade pelo escritor e jornalista Sérgio Rodrigues para definir estes dias de isolamento -, preencher o tempo livre com coisas úteis aumentará a sua energia e o seu sentimento de realização. Segundo a consultora Marina Carli de Moraes, os pilares físico, mental e espiritual auxiliarão você a investir o seu tempo com mais sabedoria.

De acordo com a especialista, para manter um equilíbrio e ganhar qualidade de vida você precisa fazer exercícios, consumir conteúdos de qualidade e cuidar da sua espiritualidade:

Para o CORPO

* Aula de ioga

Link: https://bit.ly/39hTRXz

* Aula de body balance
Links: https://bit.ly/2UGdnaP e https://bit.ly/3aqUcbI

* Aula de Zumba

Links: https://bit.ly/3dyZPGK e https://bit.ly/2UC0rTz

* Aula de fit dance

Para a MENTE

Quarentena Literária

Uma plataforma gratuita para escritores e amantes da leitura, com conexão e literatura para os dias de isolamento.

Participe de encontros literários gratuitos com autores do Grupo Editorial Record, editores e críticos literários. Fique em casa e aproveite para ler e debater com escritores consagrados. 

Casa do Saber

Senac

Para o ESPÍRITO

* A importância da rotina e de bons hábitos

Nesta live você aprenderá a importância e o efeito que a rotina e os hábitos têm na sua vida. Um tema fundamental para períodos em que as pessoas devem ficar em casa ou têm mais tempo para refletir sobre a vida.

Link: https://bit.ly/3aqddv9

* Fórmula para saúde e felicidade

Saúde e felicidade é algo que todos buscam. Mas é possível alcançá-las? Nesta live aprenda o passo a passo para atingir este objetivo.

Link: https://bit.ly/2JgYZ3P

* Mantenha sempre a esperança

A fé em Deus é algo fundamental para manter a esperança em tempos difíceis. Nesta live você aprenderá como fazer para acreditar num futuro brilhante mesmo em meio às adversidades.

* As leis de Aço – parte 2

Segunda parte da série sobre o livro As Leis de Aço escrito pelo Mestre Ryuho Okawa.

* Liberte-se da ansiedade

Como parar de sofrer em meio a tantos pensamentos negativos ou medos? Nesta live você aprenderá como fazer para se libertar disso.

* A Mente inabalável

Nesta live aprenda como desenvolver uma mente inabalável que não se desespera mesmo perante às dificuldades da vida.

* Poder de cura

O poder de cura está dentro de você. Através do controle dos pensamentos e das emoções é possível viver uma vida feliz, saudável e tranquila.

PODCASTS

Um Milkshake Chamado Wanda

Notícias, fofocas, opiniões e bom humor sobre o mundo do entretenimento e a da cultura pop servem de munição para as doses semanais deste podcast . Toda quinta-feira, às 13:17, Phelipe Cruz, Samir Duarte e Marina Santa Helena comentam os acontecimentos mais legais do showbiz.

Podfalar

Um podcast com bacharelado em happy hour, mestrado em séries e livros e PhD em palpites e pitacos.

Mamilos

Um podcast semanal que busca nas redes sociais os temas mais debatidos (polêmicos) e traz para mesa um aprofundamento do assunto com empatia, respeito, bom humor e tolerância. Apresentam os diversos argumentos e visões para que os ouvintes formem opinião com mais embasamento. Vai ao ar todas as sextas final do dia.

É Noia Minha?

Podcast sobre noias de @cafremder e convidados. 

Bom dia, Obvious

Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, recebe convidadas para conversas abertas sobre assuntos atuais do universo feminino: saúde mental, autocuidado, carreira, autoestima, novas curas, relacionamentos e outros.

Obviedades

Um podcast sobre autoconhecimento, espiritualidade, inteligencia emocional e mais um zilhão de outras coisas.

Café da Manhã

Estamos bem

Durma com essa

Ouça sobre o fato mais instigante do dia — e que pode continuar a ecoar por aí. De segunda a quinta, no fim da tarde, começo da noite, este podcast traz a notícia de um dia que não acaba aqui.

Para VER

– Provocações

Comandada por Marcelo Tas, revisita o formato de entrevistas, porém com mais interatividade e tecnologia. O programa conta com quadros inéditos e com forte participação do público por meio das redes sociais.

Roda Viva

O programa proporciona reflexões não só da realidade brasileira e mundial, como do próprio jornalismo e dos jornalistas, por meio da apresentação de ideias, conceitos e análises sobre temas de interesse da população, em um espaço raro na televisão.

Diário de um confinamento

(Foto: Ana Tavares/ Unsplash)

Dia #1

Sim, estamos vivendo uma crise mundial! Parecem inacreditáveis as notícias com que nos deparamos por todos os lados.

O mundo todo está sofrendo com os impactos causados pelo COVID-19, o coronavírus. O que, no começo, parecia distante da gente, agora nos faz perceber que não existe aqui e nós e eles. Estamos todos conectados, interligados, juntos. Somos um só. 

Não é tempo de pânico. Pelo contrário, é tempo de reflexão e responsabilidade coletivas.

Uma frase de Buda já dizia, há 2.600 anos: “Não há nada seguro neste mundo.” Não precisamos entrar em pânico, a vida sempre foi assim.

O isolamento é difícil, a incerteza é assustadora, mas nós superaremos mais essa. Sempre, importante lembrar, juntos.

Vamos aproveitar essa pausa forçada para cuidar da gente. Para alimentar nossa alma, recuperar forças, encontrar sentido. 

“Estar em casa é a oportunidade de voltar para dentro de você, um autoconhecimento que é libertador”, diz Monja Coen.

#Dia 1

Hoje é quinta-feira, 19 de março de 2020. Desde segunda, estou trancafiada em casa, seguindo as orientações dos especialistas em saúde pública para evitar o contágio do vírus.

Acordei às 9h. Fiz a minha rotina habitual de skincare, tomei o meu café da manhã, li um pouco de jornal, vesti uma roupa fit e fui caminhar na avenida.

Eu precisava sair, ouvir podcast, ver rua, ver gente. Afinal, “o escapismo é o que mantém em nós algum entusiasmo”. Foi uma experiência estranha, confesso.

Eu me senti mal por estar fazendo um exercício físico ao ar livre. Vias as pessoas me encarando e apontando: “olha essa daí, desrespeitando a lei”. Na verdade, era a minha consciência gritando: “você é uma irresponsável!”.

Havia pouquíssima gente caminhando. Quando avistava algum idoso perambulando suavemente pela rua, tinha vontade de mandá-lo embora correndo. O shopping e alguns comércios estavam fechados, mas os ônibus circulando.

Fui à farmácia e saí de lá com uma sacolinha, o que me fez sentir melhor: “pronto, gente! Eu não vim andar a esmo, vim à farmácia”, pensava.

Dia #2

Hoje é sexta-feira, 20 de março de 2020. Desde segunda, estou confinada em minha residência.

Acordei às 9h. Fiz a minha rotina habitual de skincare, tomei o meu café da manhã, li um pouco de jornal, vesti uma roupa fit.

TUDO SEMPRE PASSA!

Dia #3

Hoje é sábado, 21 de março de 2020.

Acordei às 8h30. Fiz a minha rotina habitual de skincare, tomei o meu café da manhã, li um pouco de jornal, vesti uma roupa fit.

Acabei de ler: “a pandemia vai passar, até lá, tente não se desequilibrar”.

O que eu estou fazendo? Estudando e investindo tempo em conhecimento.

Criei uma rotina de estudos para manter a MENTE em movimento:

Além da rotina de exercícios físicos e ioga para manter o CORPO em movimento.

Em tempos de confinamento contra o novo coronavírus, especialistas lembram que é preciso se exercitar dentro de casa para evitar outros problemas de saúde. 

Quarentena não é o momento de ficar parado, é apenas para ficar em casa. O exercício auxilia no relaxamento do corpo, na liberação de toxinas produzidas nos momentos de estresse. 

Offline

A overdose de informações pode ser sufocante para muita gente. Então, por que não fazer coisas que não envolvam a internet?

Dá para passar o tempo lendo, colorindo um livro de desenhos.

Escreva, cante, pinte, grave vídeos. Perceba como ao invés de passar seu tempo de forma passiva consumindo conteúdos, você pode ser um produtor deles.

“Esta quarentena será o que fizermos dela. Ela será uma para quem fica matando o tempo e outra se você não matar e sim nascer com o tempo”, Nizan Guanaes.

Dia #4

Hoje é domingo, 22 de março de 2020.

Acordei às 9h. Fiz a minha rotina habitual de skincare, tomei o meu café da manhã, li um pouco de jornal, vesti uma roupa fit e fui caminhar pelo quarteirão.

O bairro, mudo e deserto, fantasmagórico.

O cenário todo está uma coisa meio distópica, de ficção científica.

Mas, como disse uma amiga: tudo isso serve muito pra aprendemos a desacelerar. Estamos sempre no futuro. Como ele não existe, o lance é aproveitar ao máximo cada dia.

Foque os dias.

O dia é a única unidade de tempo em que tenho que fixar minha cabeça. O dia tem um ritmo. O sol nasce. o sol se põe. Eu consigo lidar com um dia.

“Um dia de cada vez. Parece tão simples. Na verdade é simples, mas não é fácil: requer uma enorme persistência e uma estrutura cuidadosa”, Russell Brand.

Dia #5

Hoje é segunda, 23 de março de 2020.

Acordei às 9h. Fiz a minha rotina habitual de skincare, tomei o meu café da manhã, li um pouco de jornal, vesti uma roupa fit.

Dia #6

Hoje é terça, 24 de março de 2020.

Acordei às 10h. Fiz aula de ioga.

O historiador Leandro Karnal reflete sobre a solidão sempre ser vista com desconfiança, lembrando que “o pior castigo da penitenciária é a solitária”⁣.

Por outro lado, na dose certa, a solitude, nome que Karnal dá ao lado bom da solidão, é produtiva e essencial.

O historiador cita a Bíblia, em que Deus teria dito: “Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e corresponda”.⁣

Mesmo que considere que somos seres sociáveis e de bando, Karnal reforça que a solitude é de suma importância para o autoconhecimento e essencial para a existência.⁣

Dia #7

Hoje é quarta, 25 de março de 2020.

Acordei às 10h. Fiz aula de body balance.

“A pandemia deixa claro que não estamos todos no mesmo barco. Ou estamos, mas tem gente remando e tem gente tomando sol na proa”, Gregorio Duvivier.

Dia #8

Hoje é quinta, 26 de março de 2020.

Fui ao supermercado usando luvas de látex, as quais me incomodaram um pouco.

Um clima de normalidade estranha pairava no ar. Havia poucas pessoas usando máscaras. A máscara me dá angústia com o bafo quente circulando.

Dia #9

Hoje é sexta, 27 de março de 2020. Tive uma pequena crise de ansiedade durante a manhã.

Dia #10

Hoje é sábado, 28 de março de 2020.

Dei três voltas pelo quarteirão ouvindo podcast.

Dia #11

Hoje é domingo, 29 de março de 2020.

Ninguém viveu, ou nem sequer imaginou viver, época como esta. É tudo novo. Inusitado. Absurdo.

A Covid-19 nos mostra que “um por todos e todos por um” não é clichê – é só sobrevivência.

Dia #12

Hoje é segunda, 30 de março de 2020.

Dia#13

Hoje é terça, 31 de março de 2020.

Dia #14

Hoje é quarta, 1º de abril de 2020.

“Sinta prazer em sua sua própria companhia”, diz Monja Coen.

Dia #15

Hoje é quinta, 02 de abril de 2020.

O tempo marcha num passo estranho. Todos os dias parecem iguais. A quarentena lembra o roteiro de “Feitiço do Tempo” (1993), filme em que o personagem de Bill Murray fica preso em um detestável dia de inverno.

Dia #16

Hoje é sexta, 03 de abril de 2020.

Dia #17

Hoje é sábado, 04 de abril de 2020.

Dia #18

Hoje é domingo, 05 de abril de 2020.

Dia #19

Hoje é segunda, 06 de abril de 2020.

Leio Leandro Karnal, historiador e professor do Instituto de Filosofia da Unicamp: “Quando você não fala e o mundo ao seu redor não fala, você escuta coisas novas sobre você mesmo. Muda um pouco nossa percepção do mundo, de nós e assim por diante”.

Para a psiquiatra e professora da Faculdade de Medicina da USP, Carmita Abdo, “estamos tendo oportunidade de ouro para aprendermos sobre nós no isolamento”.

Duas de mim

(Foto: Abigail Low/ unsplash)

Tem uma Renata que se acha independente, forte e empoderada. Tem uma Renata calada e perdidamente apaixonada.

Tem uma Renata que adora uma mesa de trabalho bagunçada. Tem uma Renata que gosta de uma cama desarrumada.

Tem uma Renata que quer falar sobre bullying, homofobia, feminismo, racismo, veganismo. Tem uma Renata que quer se calar diante tudo isso.

Tem uma Renata com ambição. Tem uma Renata com coração.

Tem a Renata racional. Tem a Renata animal.

Tem a Renata que foca e decide. Tem a Renata que enrola e desiste.

São duas Renatas diferentes. A de calça jeans e a de shorts jeans. A de cabelo solto e a de cabelo preso.

A corajosa e a medrosa.

A confiante e a meliante.

A carente e a crente.

A gata e a rata.

A charmosa. A amorosa. A dengosa.

A desastrada. A perturbada. A sensata.

Tem a Renata sonhadora. Tem a Renata usurpadora.

A carismática e a asmática. A bem-humorada e a emburrada.

Sobre autocuidado

“Cuidar de si mesmo é a forma de tomar seu poder pessoal de volta”. Tadashi Kadamoto

Você sabe se cuidar?

Ser gentil com a gente mesmo é poderoso.

(Foto: Boris Smokrovic / Unsplash)

“O autocuidado é revolucionário em seu poder curativo e transformador – quando nos nutrimos, nos tornamos o tipo de pessoa que aspiramos ser, revolucionando as próprias vidas”, escreve Susy Reading, autora do livro Self-Care Solution: Smart Habits & Simple Practices do Allow You to Flourish (Solução de autocuidado: hábitos inteligentes e préticas simples para permitir que você floresça, em tradução simples).

“O autocuidado é uma arte porque nossas necessidades estão sempre mudando e é preciso uma percepção real para checar, perceber e depois tomar a ação apropriada e amorosa que nutre não apenas no momento, mas também a pessoa que estamos nos tornando”, diz Suzy.

Para mim, autocuidado é uma jornada diária de tentar entender cada vez mais o que me faz bem e mal. E, sinto que faz muita diferença quando consigo respeitar minhas necessidades.

O autocuidado vira uma porta de entrada para nos conectarmos com quem somos e olhar nossas verdadeiras necessidades.

“A gente vive num mundo que nos chama o tempo todo. E, uma dica é visitar a solidão que traz uma conexão mais profunda e delicada com a gente mesma”, diz a psicóloga Myrna Coelho.

“E, se cuidar também é aceitar a vulnerabilidade”.

Cuidar de si é uma jornada de se enxergar, de nutrir um amor por você.

Cuide-se

Não se abandone

Permaneça

Supere as dificuldades

Admire o ser humano que você é

Zack Magiezi, poeta

Garotas Rebeldes

É preciso conhecer o caminho percorrido por aquelas que nos antecederam. Aprender com mulheres que desafiaram seu tempo e construíram um legado e chão batido para que outras pudessem caminhar.

O livro Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes, das autoras Francesca Cavallo e Elena Favilli, reúne biografias de mulheres que provam a força de um coração confiante.

Ao ler esta obra, tudo o que podemos sentir é esperança e entusiasmo pelo mundo que estamos construindo.

Um mundo onde gênero não define quão alto você pode sonhar nem quão longe você pode ir.

Para as garotas rebeldes de todo o mundo:

“Você é a promessa

Você é a força

Não dê um passo atrás.

E, assim, todo mundo vai avançar”.

Sobre Eleanor Rooselvelt

  • Soube pensar, ser livre e independente.
  • Como primeira-dama, Eleanor fez discurso, viajou por todos os estados e tornou-se defensora dos direitos humanos. Ela acreditava que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, e estava determinada a promover esses direitos em todo o mundo.
  • Eleanor foi nomeada a delegada da ONU. Ela se tornou a presidenta da Comissão de Direitos Humanos e liderou a criação de um dos documentos mais importantes do século XX: a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
  • Este belo documento inspirou governos a aprovarem leis que protegem a vida humana e encorajou cidadãos a tomarem providências quando seus direitos fundamentais lhes fossem negados. Graças a Eleanor – e ao incansável trabalho de muitos representantes de todo o mundo – liberdade, igualdade, dignidade, respeito e segurança se tornaram objetivos comuns para todas as pessoas em todas as nações.

“Todos os dias, faça uma coisa que te assuste”.

Sobre a ultramaratonista Lowri Morgan

  • Nasceu no Reino Unido, em 1975.
  • “A maior glória não está em nunca cair, mas no modo como nos levantamos”.
  • “Adoro olhar para trás, para o vale da montanha, e pensar ‘uau, não acredito que cheguei tão longe’”.

Sobre Johanna Nordbland

  • Se não fosse pelo acidente, Johanna talvez não descobrisse o prazer de mergulhar no gelo. Ela diz que, às vezes, uma maldição na verdade pode ser uma benção disfarçada.

Sobre Madam C. J. Walker

  • A primeira mulher nos Estados Unidos que, tendo começado do zero, tornou-se milionária.
  • “Não estou satisfeita em ganhar dinheiro só para mim, eu me esforço para oferecer emprego a centenas de mulheres negras”.

Sobre a ginasta Nadia Comãneci

  • “É preciso descobrir sozinha seu próprio destino e a rota para chegar lá, pois ninguém mais sabe o caminho”.

Sobre a ativista Ruby Nell Bridges

  • “Não siga o caminho. Vá onde ainda não há um caminho e comece uma nova trilha”.

Sobre a relojoeira Corrie Tem Boom

  • Nasceu na Holanda/ 1892-1983.
  • “A medida da vida, afinal, não é sua duração, mas sua doação”.

Sobre a revolucionária Anita Garibaldi

  • Nasceu no Brasil/ 30/08/1821 – 04/08/1849.
  • “Não tenha medo de viver, de correr atrás dos sonhos. Tenha medo de ficar parada”.

Sobre Audrey Hepburn

  • 04/05/1929 – 20/01/1993.
  • “Conforme você cresce, vai descobri que tem duas mãos: uma para ajudar a si mesma e outra para ajudara os outros”.

Sobre a escritora Chimamada Ngozi Adichie

  • Nasceu na Nigéria em 15/09/1977.
  • “Algumas pessoas dizem que as mulheres devem ser subordinada aos homens porque é assim na nossa cultura Mas a cultura está sempre mudando! Cultura não faz as pessoas. As pessoas é que fazem a cultura!”.
  • “O racismo nunca deveria ter acontecido, então você não vai ganhar um parabéns por ajudar a reduzi-lo”.

Sorria, por Charles Chaplin

Photo by Edo Nugroho on Unsplash

Toda vez que estou meio borocoxô releio este poema. De mim para mim mesma:

“Ei! Sorria… Mas não se esconda atrás desse sorriso…

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.

Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.

Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.

Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!

Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.

Procure o que há de bom em tudo e em todos.

Não faça dos defeitos uma distância, e sim, uma aproximação.

Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.

Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.

Ei! Olhe… Olhe a sua volta, quantos amigos…

Você já tornou alguém feliz hoje?

Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?

Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.

Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.

Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.

Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.

Ei! Ouça… Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.

Suba… Faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo.

Mas não se esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.

Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.

Ei! Você… Não vá embora.

Eu preciso dizer-lhe que… Te adoro, simplesmente porque você existe.”.

Inveja é uma m*

Inveja. Eu a tenho. Tu a tens.

(Foto: David Iskander – Unsplash)

Inveja é uma merda. Como combatê-la?

Olhando para as coisas boas que você possui, dentro de si e à sua volta; parando de se comparar com os outros e prestando mais atenção em você; enxergando o milagre que é estar vivo; estudando, evoluindo, conhecendo o mundo e si mesmo!

Quanto mais a gente fala das coisas ruins, menos atenção a gente dá às coisas boas e a vida vai ficando ruim, ruim, ruim.

Porque, sim, somos humanos e precisamos assumir que a felicidade do outro nos incomoda.

O “efeito inveja do Instagram”, por Nina Lemos

A inveja é um fato. É só uma prova de que você é humano. Demasiadamente. E, não sentir inveja depois das redes sociais é algo praticamente impossível de evitar, sejamos sinceros.

Segundo alguns estudos, é a inveja, inclusive, a grande responsável pelo sucesso do Instagram. Alguns postam coisas para causar desejo. Outros desejam. E assim segue a roda.